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Explosivos presos em bancário não poderiam explodir à distância, diz polícia

Os explosivos que foram colocados no corpo do gerente do Banco Brasil, feito refém em Muritiba na manhã desta terça-feira, 7, não haviam possibilidade de ser acionados como ameaçado pelos suspeitos. O Esquadrão Antibomba do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foi responsável por desarmar as bombas e, com isso, constatar que não poderiam ser detonados à distância.

“Temos que exaltar o trabalho dos policiais. Agiram rápido, evitaram o roubo e garantiram a liberação dos parentes do bancário sem qualquer tipo de ferimento”, destacou o comandante do Policiamento na Região Leste, coronel Luziel Andrade.

O material colocado no funcionário da instituição financeira será analisado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).

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